O silêncio como base,
a escuta como receptáculo,
a criação como
manifestação no mundo.

Mostra Baalaka é um convite para celebrarmos juntos um caminho percorrido ao longo de 16 anos de escola e 5 anos de projeto social. Nesse tempo, desenvolvemos uma abordagem em arteterapia ética, poética, política e estética, na qual tudo parte do silêncio e a ele retorna, em um movimento fluido, espiralar e expansivo.

Vamos compartilhar nossa abordagem e trazer convidados que têm ressonância com aquilo em que acreditamos, todos fontes de inspiração e fundamentação para o nosso trabalho.

Fabiana Geraldi e Juliana Franklin

TESSITURAS

Uma artista visual convidada apresenta sua pesquisa e suas obras e a equipe do Baalaka Social apresenta casos de atendimento com arte. Numa roda de conversa, vamos tecer relações entre a arte contemporânea e a arte vivida no ateliê terapêutico.

REDES

Redes nascem do encontro entre fios, pessoas, seres, palavras, matérias, imagens, saberes... Em cada conversa, os convidados das Redes vão entretecer sua experiência e conhecimento aos temas da mostra. Arte, clínica, saúde mental, raça, curadoria, astrologia.

RODAS

Roda evoca horizontalidade, transmissão, tempo, ancestralidade. As Rodas dessa mostra nos convidam a cultivar comunidade e pertencimento e a experimentar outros modos de estar junto, de trocar, de ensinar e aprender.

FLUXOS

Os Fluxos são encontros que convidam para experiências arteterapêuticas criadas e facilitadas por alunas e ex-alunas da formação em arteterapia do Baalaka. As proposições, todas cuidadosamente preparadas, abrem espaço sensível para mergulhos e fluxos criativos.

CONSTELAÇÕES

Nesses encontros a equipe do Baalaka compartilha e relaciona linguagens, referências, inspirações, relatos de casos, proposições de criação que compõem e dão o tom da nossa abordagem em arteterapia.

RESSONÂNCIAS

Os encontros que compõem as Ressonâncias convidam a instaurar uma poética do cotidiano, a extrair do ordinário, o extraordinário, dos resquícios e fragmentos, múltiplas narrativas. A escuta imaginativa de objetos abrirá frestas para memórias, fabulações, histórias ainda não contadas. A convocação é ressoar com as coisas e, por meio delas e com elas, produzir repercussões e encantamento.